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É hoje...
Yeah... pois é... é hoje, né? Parece. Bom... fazer o quê?
Ah, não sabe do que eu estou falando? Mentira, sabe sim. Mas quer que eu diga da mesma forma, né? Só pra cutucar na ferida, né? Sadismo pouco é bobagem, mon ami. Ok, eu digo, eu digo. 12 de junho. O feriado brasileiro inventado pelo capitalismo (nossa, que clichê-marxista barato). Tá bom, peste! Dia dos Namorados!
Are you happy now? Bom, eu não estou. Por quê? Ora que pergunta idiota. Porque eu sou uma encalhada, ora bolas, teria outra razão? Ah, Luciana, corta essa! Isso é só uma bobagem capitalista de dar presentes num dua que nem ao menos é o verdadeiro dia dos namorados, o dia de São Valentim! Quer saber? Ao cacete com esse papo pseudo-marxista retirado dos cursos de Ciências Sociais da UFMA! É capitalista? É! E daí? Ainda assim mexe com o contexto sócio-psíquico-emocional (uau!) do indivíduo! E eu sou um indivíduo! E quer saber? Sou um indivíduo encalhado!
Amargura... Tem outra escolha? Ah, claro, devo sorrir pelos meus amigos felizes que estão aproveitando esse dia com suas almas-gêmeas! Estou. Mas ainda assim... amargura. Amargura de estar solteira já há uns... 21 anos, quase 22. Ok, claro que eu não ia namorar ainda no berço, mas deu pra entender, né? Luciana, encalhada desde... sempre!
Agora vamos refletir sobre esse encalhamento, shall we? Yeah! E da melhor maneira possível, de preferência: aniquilando minha auto-estima!
Bom... nem tanto. Esse negócio de ficar me achando o monstro do mundo não cola mais. Tá, eu não páro o trânsito, mas e daí? Por acaso só as mulheres lindas namoram? Não. Sabe quais são as que namoram? As legais, as simpáticas, as vaidosas, aquelas que... tem aquele charme natural. Bom, eu sou uma mala. E não tenho charme natural algum. Ou talvez até tenha, só que ele não atrai ninguém. Algumas pessoas me acham legal também, já me disseram. Mas essas mesmas pessoas se afastam de mim na maior. Aí fica meio complicado acreditar que eu seja realmente tãããão legal assim.
Insegurança. Nossa, meu nome do meio! Sou praticamente a personificação da insegurança. Você me elogia, bom, a menos que você prove suas reais intenções de me elogiar, eu não acredito. Não que eu acredite que você quer algo em troca, não é isso. É meio que... bom, sei lá. É que tem coisas que eu gosto em mim. Muito! E ninguém fala nada sobre elas. Então, quando alguém acha aquela qualidadezinha escondida, eu fico cabreira. Agradeço, claro, também não sou nenhuma mal-educada, mas nem sempre acredito. Aliás, quase nunca. Quem, eu? Esse verme merecendo elogios? Pfff...
Ah, de novo, nem tanto. Eu não me odeio mais tanto assim. Aprendi a me acostumar com minha insuportável companhia. Sempre me criticando, me cutucando pra fazer as coisas melhores. Essa porcaria desse perfeccionismo infame que quase sempre me faz surtar. Mas é legal. Ajuda algumas vezes. Em meus dias de masoquismo é até prazeroso, hehe... yeah...
Dia foda esse. É, foda mesmo, sem censuras. Dia chato, deprimente, cheio de reflexões. Dia em que eu olho pra trás mais amarga do que nunca e choramingo no travesseiro. Dia em que eu realmente não sinto vontade de falar com ninguém, nem mesmo meus parceiros encalhados. É, acho que vou estudar bastante hoje.
E eis que começa. Luciana gosta mesmo de cutucar a ferida. Seleções de músicas deprimentes pra acompanhar o post, pra ir pro espanhol logo mais e pra digitar meus n trabalhos também. E o vazio... ou o platonismo. Ou ambos. Um vazio forte brigando com um platonismo débil.
E as merdas das lembranças! Ano passado... quando ainda gostava... "dele". É, um cidadão aí, longa história. O único que me fez transcender o platonismo, até hoje. Quatro anos... de longe... como se minha proximidade fosse quebrá-lo. E o pior que eu sabia que ele era imperfeito! Pior que meus platonismos são sempre assim! Que droga, ele devia ser perfeito par ser platônico, não? Ideal? Não é essa a definição? É, mas não comigo. Ele é imperfeito... e eu sou mais ainda. Sou uma indigna. Eu sou é uma idiota mesmo!
E hoje, nada. Nem ele, nem um outro, nem ninguém. Quer saber? Não? Bom... pra variar, nem eu.
Hasta.
"And I know I'm dead on the surface But I am screaming underneath"
Escrito por Lu Vøx às 02h51
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Um dia de fúria!!! (e sem TPM!)
Pra começar: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Hoje foi o cúmulo! Ô diazinho miserável cheio de stress inútil, viu? Aliás, hoje não, ontem. Hoje já é quinta. Antes, um aviso aos vistantes, respondi umas coisinhas nos coments do post do dia anterior. Como meu Blog é bem pobrinho, não ficou bonitinho como fica em outros blogs, mas vale a intenção, né? Agradecimentos a vocês que aturam ler sobre essa vida mala desta pessoa mala que vos fala aqui.
E por falar em mala... Na boa, um dia eu ainda torço o pescoço de um naquela maldita sala! Eu adoro meu curso, amo estudar psicologia e, mesmo afundada em trocentos trabalhos, não reclamo. Quer dizer, reclamo, mas não me incomodo. Quer dizer, me incomodo, mas não me estresso. Er... ah, droga! Tá, eu reclamo, me incomodo e me estresso, mas eu gosto! Só que aquela turma é uma coisa que ninguém merece! Ave! Parece que eu voltei ao segundo grau! E nem me venha com desculpa que é porque estou só no 2º período porque em Comunicação não era assim, com uns amigos que fazer História não é, nem mesmo em Direito é assim (pelo menos não tanto). POR QUE DIABOS AQUELA TURMA PARECE UMA SALA DE 2º GRAU???
Inferno. Eu odiei o segundo grau. Tanto que nem terminei, fugi no meio do 3º ano, quando passei pra Comunicação. Oh, que prodígio! A garota entra na faculdade antes de acabar o 3º ano ainda com 17 anos! Uau! Uau uma merda. Taí no que deu. Há quase 5 anos naquela joça daquela UFMA sem concluir um curso e com mais 4 pela frente porque só agora essa afobada de uma figa se encontrou. E eu ainda passei em 1º lugar! Grande bosta!
Sim, mas não dá, sabe? Tem coisas que... não dá! De verdade! Tem coisas que dão menos do que aquele absurdo. Tem coisas que realmente: NÃO DÁ! Ok, eu conto a história.
Tudo começou quando o professor de Aprendizagem resolveu marcar um seminário pra última nota (só pra variar, afinal *TODOS* os professores maracaram seminários pra 3ª nota). Ate aí, maravilha, o assunto até é de meu interesse de pesquisar e entender melhor, Psicologia Cognitiva. Bom, eu meus amigos, obviamente, formamos um grupo. Mas, o hermano achou de querer grupos de 8 pessoas. Aí começou a bagunçar. Nós 4 (eu e meus amigos) sempre trabalhamos juntos e temos já uma dinâmica boa. Eram 4 equipes e tinham 5 no papel, ou seja, uma teria que ser desfeita e rearranjada para outros grupos. E, lógico, óbvio, claro que seria... a minha equipe!
Até aí, o problema era perfeitamente concordável. Eu não nasci grudada com ninguém, lógico que poderia trocar de grupo. Só que, até onde eu me lembro, agnósticos também têm livre-arbítrio, será que não? Bom, parece que não. Porque simplesmente pegaram o nome da gente e foram colocando aleatoriamente em outras equipes sem nem ao menos consultarem a gente! Aí a coisa não prestou mais... Quando eu vi, a lista já estava na mão da "dona" da sala que ia entregar pro professor. E a zona começou... a feira de gente discutindo que queria esse ou aquele tema, que queria essa ou aquela equipe e eu, vermelha de tão puta, comecei a remoer minha raiva e minha vontade de jogar minha pasta na cara de um ali.
Resumo da ópera, estamos nós 4 em outras equipes, a "dona" da sala foi embora antes que a gente escalpelasse aquela praga e o professor e Luciana, a idota, mansa, calma e ponderada, engolindo aquela raiva acumulada descontando na pobre da minha pasta e nos bancos da UFMA. O professor? Não tava era nem lá! O povo podia se matar ali na frente dele que ele nem nada. Jogou o povo no fogo e ó... que se dane!
E como com Luciana "too much is not enough", quando eu chego em casa, lógico, stress familiar em alta! Mãe brigando com vó que briga com mãe que briga com vó que fala mal de mãe e Luciana chegando já *puta* tendo que ouvir a ladainha dessas duas desfuncionais por aqui também. Fiz o possível pra ignorar e me tranquei no quarto descontando minha ira no sofá, no armário e na parede. Lindo!
E depois da podridão desse dia insuportável, hoje, em pleno feriado, Luciana vai estudar pros zilhões de seminários e tentar afogar as mágoas ganhando uns quilos a mais. Daí ela engorda, se deprime novamente e segue o ciclo vicioso da vida.
Tem horas que eu odeio minha ponderação, sabia? Acho que seu tivesse realmente virado a mão na cara daquela palhaça talvez estivesse me sentindo melhor. Mas o pior que não! Porque Luciana tem que ser racional, tem que se preocupar com as dores do mundo e quando ela machuca alguém, ela passa meses sem dormir de preocupação. A pergunta: E todos os que já me machucaram. Será que ao menos se dão conta disso? Lógico que não. É, eu sei que eu mereço...
Hasta.
"Oh I'm going to buy a gun and start a war If you can tell me something worth fighting for"
Escrito por Lu Vøx às 01h49
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Post verspertino
Na boa, que titulozinho estúpido, hein!? Mas fazer o quê, né? Pra variar estou entrando e saindo da net (pra gastar menos pulso telefônico) em busca de bagulhos pra Consciência e Comportamento. E, pra variar, não achei nada útil.
Tenho prova logo mais. Desenvolvimento e Comportamento (fala sério que isso rimou! Ninguém merece!). Espero que eu não resolva esquecer de novo de responder a pergunta de Desenvolvimento que ERA PRA EU MESMA FAZER! Acabei ficando com 8,5 nessa prova. Teria ficado com 9,5 se eu não fosse TÃO LERDA E NÃO TIVESSE ESQUECIDO DE RESPONDER UMA QUESTÃO QUE ERA PRA EU MESMA ELABORAR!!!
Nossa, lembrar disso me estressa. A boa coisa é que em Comportamento eu tirei 10 na primeira nota, isso me tranqüiliza. Se bem que... foi um dos 10 estranhos... sei não. Me matei de estudar hoje de manhã pra essa chatice que por alguma razão desconhecida do destino eu acabo tendo facilidade pra entender. Haja praga, viu! Acho que estou começando a acreditar que meu encosto é mesmo o Skinner.
Grande piada, Luciana! E quem não sabe quem é Skinner, como vai entender? Mas e eu com isso? E depois como Skinner pode ser encosto se ele, comportamentalista que era, provavelmente não acreditava em espíritos? E aliás... por que eu teria um encosto se nem eu mesma acredito nisso? Eu hein... doida!
Hehe, vê como de manhã meu humor é diferente? É como se eu fosse duas pessoas. Pela manhã, devido ao stress, à luz do sol e a todo mundo acordado querendo conversar comigo *exatamente* na hora em que eu estou estudando, não dá pra deprimir. Agora de noite, quando não consigo estudar, as pessoas vão dormir e o sol se vai, lá vai Luciana cair na fossa existencial. Eu mereço...
Sabe o que mais eu mereço? Aquele infame professor de Neurofisiologia. Fez prova ontem, a peste. Logicamente, a prova estava impossível, por duas razões. Primeiro porque eu realmente não entendo Neurofisiologia e segundo porque ESSE MISERÁVEL NÃO DÁ AULA HÁ QUASE 1 MÊS!!! E mesmo que desse, ninguém entende a aula dele. Ele entra como se estivesse numa sala de algum curso da área de saúde e sai falando como se as conexões axionais, sinapses, ciclos, funções da dopamina e da acetilcolina, etc, etc, fossem a coisa mais simples de entender. Bom, pode até ser PRA QUEM TEM CADEIRAS DA ÁREA DE SAÚDE! O que não é o caso já que Psicologia na UFMA é um curso da ÁREA HUMANAS! Mas acho que ele não sabe disso. Aliás, acho que ele nem sabe pra que curso ele está dando aula.
Outra coisa que eu mereço bem, sabe o que é? Aquela questão platônica estúpida que não desce nem dá. Não, mas esse eu não mereço mesmo. É irritante! E antes que eu tente me explicar sem sucesso, acho que vou logo explicitar o problema. Seguinte, Luciana é uma menina criada sem pai com uma relação bem mal resolvida quando se trata de autoridades. E por autoridades, pode ser entendido desde o guia turístico homossexual de uma viagem que ela fez quando tinha 5 anos (ah, Luciana é meio precoce também) até o seu primeiro chefe, aos 17. Nesse meio, enquadram-se professores, músicos (que não são autoridades sobre mim, mas... eles sabem tocar melhor do que eu, então segue a lógica), coordenadores, diretores, dentre outros. Nunca familiares ou pais de amigos. Ainda bem, né? Do jeito que minha cabeça é, er... digamos assim, "fucked", se eu ainda fosse lidar com sentimentos incestuosos eu pirava.
Anyway, Freud explica. É, eu odeio dizer isso, mas essa porra desse Freud explica mesmo. Bom, fato é que, essa minha necessidade de me apaixonar por autoridades não me leva a lugar nenhum. São absurdos selecionados a dedo. É como se eu fosse procurar o mais absurdo dos absurdos. É um absurdo! E mais absurdo ainda é eu, depois de quase 20 anos de experiência com esse fetiche pela autoridade voltar à essa vida. Sinceramente? Que merda!
Bom, não sei. Quando estava na minha paixão platônica que durou 2 anos, transcendeu o platonismo (declaração), sofreu franca rejeição (fora) e *mesmo assim* voltou ao platonismo durando mais 2 anos, eu lembro de não gostar nada. Mas era mais dolorido do que irritante. Agora voltar ao meu fetiche pelas autoridades sem a menor vontade de transcender isso pelo simples fato de ser um absurdo, ah, isso só me dá raiva! Muita! Cresce de uma vez, Luciana! Cacete!
Putz! Que post enorme! E olha a hora! Deixa eu ir andando de uma vez. Hora de conectar, postar, almoçar, banhar e... lá vamos nós pra prova. E VER SE EU NÃO ESQUEÇO DE RESPONDER ALGUMA QUESTÃO QUE É PRA EU MESMA ELABORAR!!!
Ja.
"And all I wanted was the simple things A simple kind of life"
Escrito por Lu Vøx às 13h30
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